
Porra vem do México. Ela começou como babá aos 7 anos e idade e foi estuprada aos 9, pelo próprio moleque que ela babava desde nenenzinho. Revoltada, passou a faca no moleque, que acabou morrendo sem o pipiu, coitado, 58 anos depois. Mas, naquele instante em que o membro do moleque fora arrancado, Porra deixava sua primeira marca.
A marca da Porra, a partir de então, começou a aparecer em tudo quanto é lugar: nos móveis da casa, na banheira, no sofá, nos copos de água - e até nos copos com suco que a mãe da Porra servia às visitas -, nos lençóis, nos tapetes, na maçaneta da porta da sala, enfim... pra tudo quanto é canto, havia a Marca da Porra.
Ela morreu, finalmente, no mês passado. Mas, sua marca ainda continua viva!! Interessantemente, a marca da Porra continua a aparecer nos lugares mais inusitados. Ontem, mesmo, havia uma na calcinha da minha gata. Não entendi aquilo, mas ela disse ter sentido um espírito duro pra cacete! Bom, ainda bem que a marca ficou na calcinha, eu disse a ela. Pior, se tivesse ficado lá dentro, né??
A foto da Porra - sem sua marca, mas com seu espadão - é vista acima. É feia pra porra, a Porra, não?
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